Curso Engenharia Web propõe desenvolvimento sistemático de aplicações para internet

Citação

Nova pós-graduação é voltada a profissionais de tecnologia da informação e interessados em ter uma compreensão mais abrangente da área

O mercado de tecnologia da informação tem buscado profissionais capazes de analisar criticamente o ambiente de desenvolvimento web, com visão orientada para qualidade e melhoria de processos. Atento a esse cenário, o Centro Universitário Senac lança a pós-graduação Engenharia Web, a primeira dessa categoria no Estado de São Paulo. Duas unidades, Senac Lapa Tito e Senac Santo André, vão oferecer o curso no próximo ano, capacitando em 366 horas interessados em planejar e coordenar projetos nesse segmento.

“Definida como o uso sistemático da engenharia no desenvolvimento, na implantação e manutenção de aplicações web de alta complexidade, trata-se de uma nova área do conhecimento, ainda pouco explorada. No Brasil, percebe-se que esse trabalho representa uma parte significativa da produção de empresas de softwares”, comenta Richard Martelli, técnico da área de tecnologia da informação do Senac São Paulo. Além dessas organizações, o engenheiro web pode atuar em instituições de comércio eletrônico, de design, de publicidade, portais de conteúdo, comunidades virtuais, bem como órgãos governamentais e ONGs.

Apesar de fortemente baseado na engenharia de software, o curso apresenta como diferencial ao aluno o tratamento multidisciplinar, tendo como público-alvo é formado por profissionais de análise de sistemas, ciências da computação, sistemas de informação, engenharia de software, web design e mídias interativas, além de pessoas que já atuam na área e desejam uma compreensão mais abrangente.

Mais informações podem ser obtidas em www.sp.senac.br ou diretamente no Senac Lapa Tito e Senac Santo André.

Testando Javascript

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Outro dia, um grande amigo me perguntou como fazia para automatizar o teste do Javascript desenvolvido em vários browsers. Para ser bem sincero, eu não utilizo nada além de vários browsers diferentes instalados em cada uma das minhas máquinas (virtuais ou não), cada uma com um sistema operacional diferente  (Ubuntu 10.10 e 11.04 , Windows XP, Vista e 7 e carente de um Mac por enquanto…).

Realmente, mesmo usando o Synergy e uma boa configuração de rede local, ainda fica um pouco trabalhoso… Então resolvi pesquisar algumas ferramentas que poderiam ajudar nessa árdua tarefa, e creio que muitos vão agradecer pelas dicas e até colaborar com dezenas de outras nos comentários. Nem todas visam automatizar o teste em escala, mas todas vão facilitar alguma fase dos testes para que seus projetos tenham um excelente resultado

BrowserShots

Essa ferramenta vai mostrar pra você como seu site irá “renderizar” em diversos browsers diferentes, sem que você os tenha instalado, permitindo que você identifique problemas de compatibilidade mais rapidamente (principalmente se você se valeu de javascript para trabalhar estilos/css)

ScriptCover

Recém-lançado pelo Google, essa ferramenta fornece estatísticas de cobertura de código linha-a-linha, permitindo que você analise (em tempo real até) quantas vezes uma determinada instrução foi executada durante o uso da página. Essa extensão do Chrome funciona desde o instante inicial de carregamento da página e continua enquanto o site vai sendo utilizado, sem atrapalhar o usuário. Excelente  também para debugar códigos complexos, que porventura venham a falhar misteriosamente em algum browser específico (para não dizer logo I.E.).

js-test-driver

Esse framework permitirá que você trabalhe na filosofia TDD (Test Driven Development), integrando-o a sua IDE (Eclipse, por exemplo) para automatizar a execução dos testes tão logo você modifique os arquivos do projeto. Exige uma preparação dos cases de teste, mas já que estamos falando de TDD, isso não será o problema. Confira nesse post a apresentação na época de lançamento onde é demonstrada a praticidade do mesmo.

QUnit, a filosofia jQuery também nos testes

QUnit é um poderoso framework de Unit Test que o ajuda a depurar o código. É escrito por membros da equipe de jQuery, e é o conjunto de testes oficial para este famoso framework. Ele é também o suficiente para testar qualquer código JavaScript regular, e é ainda capaz de testar Javascript server-side, através de algum mecanismo de JavaScript como Rhino ou V8.

Jasmine

Não, você não vai contratar uma estagiária chamada Jasmine para fazer o le-rê-le-rê de abrir páginas e págians em todas as máquinas do seu escritório. É um framework BDD, Behaviour Driven Development, ou seja, desenvolvimento orientado a comportamento. Para quem acha o TDD coisa do passado.

W3C Validator

Não menospreze-o. Alguns acham cafona, outros, nem sequer ouviram falar. Mas pense: se o código está de acordo com Standards, a chance de renderizar igual na maior parte dos browsers também é maior! E também, pode ser um excelente atalho para encontrar algum problema misterioso que não consta nos consoles.

Firebug

Apesar de usar o Chrome a maior parte do tempo, ainda acho a versão Firefox da extensão de desenvolvimento web mais prática e rápida para ajudar no debug, teste e inclusive no desenvolvimento (quem nunca desenvolveu uma linha de código javascript direto no console pra depois copiar e colar no código-fonte que atire o primeiro mouse!)

E você, usa alguma outar ferramenta para facilitar o testes Javascript? Por favor, ajude-nos!

Republicando: jQuery, de olho nos gaps

Estou republicando esse artigo pois o mesmo recebeu um comentário, e ao mesmo tempo, é um assunto que ainda assola muitas pessoas que utilizam jQuery, principalmente quem começou com ela há pouco tempo.

Qual webdeveloper nunca usou jQuery[bb]? Muito difícil… Bom, mas vamos falar de algo que nem todos os developers[bb] que usam jQuery se atentam ao programar. Eu mesmo fui pego hoje por um gap que me tomou alguns minutos da tarde…

Algumas funções (na verdade, a maioria nesse framework) recebem outras funções como callback, aquela função que será chamada assim que a instrução/função chamada acabar seu procedimento. Um exemplo muito utilizado em aplicações reais são as

Funções Ajax

load( url, data, callback )
Returns: jQuery. Load HTML from a remote file and inject it into the DOM.

jQuery.get( url, data, callback, type )
Returns: XMLHttpRequest. Load a remote page using an HTTP GET request.

jQuery.getJSON( url, data, callback )
Returns: XMLHttpRequest. Load JSON data using an HTTP GET request.

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IBM adota Firefox como browser padrão

Algumas coisas as vezes demoram pra acontecer. Mas quando falamos de grandes companhias, é comum uma mudança demorar pra propagar. É o que aconteceu somente agora: IBM adota Firefox como seu browser padrão. Desde antes da época que trabalhei no departamento web aqui no Brasil, os profissionais do departamento já brigavam para emplacar o Firefox dentro da companhia, mas devido à cultura corporativa adotada, o IE ainda reinava.

Lembro até de campanhas internas para lembrar alguns desenvolvedores que o IE deveria estar instalado em suas máquinas para entrar no esquema de testes. Espero que o IE6 não esteja mais na maioria das máquinas, como acontecia também (afinal, ter um IE6 em sua máquina é um risco considerável…).

Como disse a editoria de Tecnologia do IG, a IBM adotou o browser por sua veia OpenSource (uma quebra de rotina dessas só poderia partir mesmo do braço livre da empresa), por ter melhor suporte para extensões (aqui com certeza os desenvolvedores quem bateram o pé) e a meu ver, principalmente por ser mais customizável (e assim, a gigante poder ter um melhor controle das ferramentas utilizadas por seus colaboradores, como recursos). Claro, podemos esperar outros motivos ainda, afinal, empresas desse porte nunca fazem mudanças globais sem antes calcular minuciosamente o quanto poderão economizar/ganhar com uma ação dessas. Talvez vejamos em alguns meses alguma nova ferramenta interna sendo vendida globalmente, baseada na tecnologia do browser.

Mas claro, quem conhece, sabe que os benefícios de adotar um browser mais robusto são muito bem vindos, seja sua empresa pequena ou gigante.

Confira mais no iG – Tecnologia

Nerdcast sobre programadores

Nerdcast #211 Profissão: programador

Quem acompanha o blog sabe que esporadicamente posto links para podcasts de assuntos relacionados a THLopes. E aqui está mais: o Nerdcast de hoje, cujo tema é Profissão: Programador. Como este que vos escreve atua nessa profissão, recomendo ouvir esse excelente podcast para fechar sua sexta-feira. Boas risadas e descobertas!

Algumas razões para não fazer um site em flash

Estou citando aqui um artigo muito interessante que acabei de encontrar, que indico principalmente para meus clientes que ainda não decidiram qual estratégia na web adotar: “Algumas razões para não fazer um site em flash” mostra alguns dos motivos pelos quais o Flash não é a tecnologia mais indicada para a maioria dos projetos web, mesmo a maioria dos designers insistindo que é.

Confiram mais detalhes no Artigo, no iMasters.