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Dez coisas que mais irritam os desenvolvedores
Publicado em 29 de maio de 2010 Sem comentáriosMeu amigo Marcelo Honório traduziu um artigo muito interessnte, que expressa bem o que nós, profissionais do código, sentimos muitas vezes ao longo de nossas carreiras: Dez coisas que mais irritam os desenvolvedores (Claro, muitos podem listar ainda mais… mas essas 10 já resumem bem boa parte delas).
Confira o artigo e comente qual você acha o pior, e caso discorde, por favor, explique porque uma coisa dessas pode não te irritar…
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Motion: animação web sem flash
Publicado em 5 de março de 2010 3 comentáriosEncontrei esse projeto através do LinkedIn. Incrível, o autor consegue gerar um ambiente animado, onde você pode interagir com outros elementos, o cenário tem profundidade, e você pode guiar seu personagem através desse ambiente, usando o teclado, para qualquer direção. Até aí normal, porém, ele fez tudo usando apenas Javascript, sem nenhum Flash sequer. Ver essa audácia me relembrou a época em que desenvolvi um game 2d em Java, na faculdade, o K-Libre99, totalmente do zero.
O mais bacana é que ele demonstra que podemos sim ter coisas complexas feitas na web, com Javascript (que é nativo de qualquer browser hoje em dia), sem depender de plugins externos, como o Flash. Realmente, um trabalho excelente, demonstrando que a web não é dependente de Flash para criar experiências de usuário dinâmicas. Confira mais em http://www.geektestbox.com/devfiles/mdunham/brookside_beta/
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O bom e o mal Javascript
Publicado em 29 de setembro de 2009 Sem comentários
Tudo ou somente a parte boa?
Hoje comecei bem o dia. Dei de cara com essa imagem que me despertou várias gargalhadas (principalmente porque um desses livros está em minha mesa, e realmente, eu tiraria poucas páginas para criar a minha versão do livro) e também um insight para um pensamento bem mais sério: Será mesmo que só tem uma pequena parte boa dentro da linguagem?
Acho que essa comparação é possível hoje em dia, pois o desenvolvimento com Javascript tornou-se muito mais limpo e prático depois do surgimento de alguns frameworks, como o jQuery, mootools, prototype, etc. Eles permitem que o desenvolvedor programe sem se preocupar muito com as diferenças entre browsers, e focar mais nas necessidades da ferramenta que está construindo.
Isso quer dizer que, boa parte do que o Guia Definitivo de Javascript (o livro da esquerda na imagem anterior) ensina já está diluído pra você. O Grande rinoceronte foi vencido e você só tem que lidar com o peso da borboleta. Isso quer dizer que, para uma aplicação pode ficar leve, bonita e chamar a atenção, depende de você escolher o framework correto e usá-lo ‘com moderação’.
Agora, para escolher entre um e outro, depende muito do seu foco. Você quer ser o próximo Javascript Guru da Atualidade? Recomendo começar pelo maior. E você, quer criar um site, usar um framework, tornar o seu desenvolvimento js mais rápido, e focar mais na parte server-side de sua aplicação, corra para o menor.
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wrapit, um plugin jQuery
Publicado em 17 de setembro de 2009 1 comentário
Há um tempo atrás, precisei de um plugin para limitar o texto em algum elemento html, abreviando o texto. Encontrei um plugin legal, o jqEllipsis, porém, não funciona como eu precisava. Minha necessidade é limitar o texto baseado na quantidade de linhas que ele ocupa, e esse por sua vez trabalha com a largura ocupada pelo objeto, para limitar o texto em uma única linha ou largura determinada.Assim, concebi esse pequeno plugin, chamado aqui de WrapIt, para realizar esse corte de acordo com o número de linhas passado como argumento. O fato de ser um plugin jQuery, é a facilidade de uso. Basta chamar como uma função num objeto jQuery, informando o número máximo de linhas desejado.
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Começando bem o dia
Publicado em 3 de setembro de 2009 Sem comentários -
Arena de Programação Livre
Publicado em 4 de junho de 2009 2 comentáriosE por falar em Arena: fisl10 desafia os participantes de sua terceira edição da Arena de Programação Livre:
Imagine um grande aquário e, dentro dele, ao invés de peixes, programadores, programadoras, computadores
, desafios e prêmios. Assim é a Arena de Programação que acontece pelo terceiro ano consecutivo no Fórum Internacional Software Livre – fisl. Assim como nas edições anteriores, a Arena tem como objetivo promover o encontro de membros da comunidade tecnológica
para uma disputa baseada em habilidades técnicas individuais e em grupo.

A disputa começa antes mesmo do fisl, que acontece de 24 a 27 de junho, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre (RS). Esta primeira fase, chamada de Registration e Qualifying, será realizada de 3 a 21 de junho. Os interessados em participar da Arena deverão fazer sua inscrição no site www.fisl.org.br. “Irão participar da Arena os primeiros 21 que se qualificarem, conseguindo encontrar o código”, explica o coordenador do temário do fisl, Pablo Lorenzzoni.
Na segunda fase – Insanifying – os 21 participantes serão divididos aleatoriamente em 7 grupos de 3 competidores. A esses grupos será proposto um problema cuja resolução será avaliada por um dos palestrantes no último dia do Fórum.
Uma parceria entre o Google e o fisl 10 irá agitar a Arena de Programação Livre. Isto porque os vencedores da Arena irão receber celulares
G1 com a plataforma Android
, do Google, cujo código é aberto.
Saiba mais
Licença: O(s) programa(s) resultante(s) da Arena devem ser licenciados sob a GPL – General Public License (no mínimo versão 2) ou uma licença compatível com essa, e deverão ser disponibilizados publicamente. O vencedor entrará para o Portal do Software Público Brasileiro.
Fonte: Assessoria de Imprensa fisl10





