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Minerando Eleições: opSys, versão 2.0
Publicado em 14 de junho de 2010 4 comentários
Algumas semanas atrás, liberei a segunda versão do opSys, ferramenta para mineração de opiniões em conteúdo Web. Agora, com recursos que permitem que qualquer pessoa monte um conjunto (SET) de variáveis e extrair opiniões de acordo com sua necessidade. Assim, você pode configurá-lo para medir a opinião de algum assunto que você gosta, marca, gadget, etc. As aplicações são inúmeras, podendo ser usado em pesquisas para medir uma marca, inclusive. Logo que o usuário acessa, ele tem agora duas opções para visualizar o opSys funcionando: A Análise de Investimentos, que explora notícias e comentários sobre o mundo dos investimentos na bolsa, e também o mais novo Set padrão no sistema: Eleições 2010.
Minerando opiniões sobre as Eleições
A maior novidade é que já criei também um conjunto para analisar as Eleições 2010, ou melhor, analisar as opiniões sobre os presidenciáveis num conjunto de blogs, portais e no Twitter. Serra e Dilma já estão sendo minerados pelo sistema, que vai medir o feeling das postagens relacionadas em diversos sites nacionais, blogs diversos e também citações no Twitter. Claro, essa nova investida vai demandar uma série de atualizações no sistema, muitas delas já planejadas desde o ano passado, mas também algumas que vão surgir nesse novo período. Certamente, mudanças esperadas no ciclo de evolução de um sistema dinâmico na Webesfera.
E nesse ponto, as críticas e dicas dos usuários serão muito importantes! Como nunca, aguardo comentários, críticas e sugestões de todos que utilizarem e avaliarem o opSys, para deixá-lo sempre melhor. Confira agora mesmo: http://www.opsys.com.br
Novidades chegando
Nesse momento, já temos algumas pessoas com habilidades distintas colocando seus skills para funcionar, arquitetando mudanças para o opSys, que o tornaram mais fácil de navegar e “consumir”. Designers
, Arquitetos da informação
, marketeiros… Logo logo, poderão conferir mais novidades! Aguardem!
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Dez coisas que mais irritam os desenvolvedores
Publicado em 29 de maio de 2010 Sem comentáriosMeu amigo Marcelo Honório traduziu um artigo muito interessnte, que expressa bem o que nós, profissionais do código, sentimos muitas vezes ao longo de nossas carreiras: Dez coisas que mais irritam os desenvolvedores (Claro, muitos podem listar ainda mais… mas essas 10 já resumem bem boa parte delas).
Confira o artigo e comente qual você acha o pior, e caso discorde, por favor, explique porque uma coisa dessas pode não te irritar…
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Criando um Ambiente de desenvolvimento com GAE
Publicado em 4 de maio de 2010 11 comentáriosEm Abril, participei de um projeto onde precisamos montar um ambiente de trabalho bem bacana, envolvendo tecnologia de Cloud Computing, como o Google App Engine (GAE). Não é uma tarefa difícil, na verdade, relativamente fácil de fazer, mas resolvi documentar aqui para diminuir o trabalho ainda mais de pessoas que procuram uma solução para iniciar seus projetos, ou de quem acabou de pegar uma máquina zerada e quer montar um cockpit de desenvolvimento.
A seguir, a breve lista do que vamos precisar:
- Python
- Google App Engine SDK
- Eclipse IDE (Recomendo a versão “For PHP Developers, que já vem com Web Tools Platform, que será útil em outros projetos)
- PyDev
- Subclipse
- Aptana Studio
Claro, você pode alternar versões ou usar apenas o Aptana Studio invés do Eclipse, mas eu optei pelo Eclipse para poder usar em outras situações.
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Todos querem Cassandra
Publicado em 16 de março de 2010 Sem comentáriosCom esse título (e com esse logo), poderiamos começar uma novela. Mas estamos falando de outra novela: a da migração de banco de dados MySQL para Cassandra. Depois do Twitter, agora é o Digg quem decidiu migrar suas bases de dados para esse banco com um nome bem interessante.
Cassandra é um banco de dados pós-relacional. Mas como esse termo não é muito conhecido, utilizaremos o termo NoSQL. Um repositório de dados leve, feito em Java, similar aos famosos CouchDB (outro projeto que, assim como o Cassandra, é incubado na Apache Incubator) e BigTable, utilizando ferramentas similares ao Hadoop (coincidência? Mais um projeto incubado na Apache) e conceitos como MapReduce (para bancos distribuídos). Agora vem o fato mais curioso: Esse projeto foi inicialmente desenvolvido pelo Facebook, e foi aberto (open source) em 2008. Mais uma rede social, crescendo e migrando para bases não-relacionais. Que ironia: justamente as redes sociais, onde as relações são muito valiosas.
Apesar do ganho no desempenho, sei que esse tipo de transição é muito “dolorosa”. Esses tipos de banco de dados não-relacionais realmente podem dar um nó no cérebro dos desenvolvedores. É muito complicado viver sem os joins depois de algum tempo trabalhando com eles.
Segundo os engenheiros do Twitter, precisavam de um banco de dados escalável que “crescesse sozinho”. Realmente, imaginar monstros como Twitter – que cresceu mais de 20 vezes em menos de um ano, alcançado a marca de 50 milhões de Tweets diários – e do Digg (onde muitos usuários compartilham notícias e comentários o tempo todo) e seus dba’s brigando todos os dias para conter a bomba do MySQL, enxertando cada vez mais hardware para que não exploda na cara dos usuários. Nessa hora, é questão de escolha: onde vamos quebrar a cabeça para resolver o problema? Os desenvolvedores decidem.
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Algumas razões para não fazer um site em flash
Publicado em 9 de março de 2010 Sem comentáriosEstou citando aqui um artigo muito interessante que acabei de encontrar, que indico principalmente para meus clientes que ainda não decidiram qual estratégia na web adotar: “Algumas razões para não fazer um site em flash” mostra alguns dos motivos pelos quais o Flash não é a tecnologia mais indicada para a maioria dos projetos web, mesmo a maioria dos designers insistindo que é.
Confiram mais detalhes no Artigo, no iMasters.
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Motion: animação web sem flash
Publicado em 5 de março de 2010 3 comentáriosEncontrei esse projeto através do LinkedIn. Incrível, o autor consegue gerar um ambiente animado, onde você pode interagir com outros elementos, o cenário tem profundidade, e você pode guiar seu personagem através desse ambiente, usando o teclado, para qualquer direção. Até aí normal, porém, ele fez tudo usando apenas Javascript, sem nenhum Flash sequer. Ver essa audácia me relembrou a época em que desenvolvi um game 2d em Java, na faculdade, o K-Libre99, totalmente do zero.
O mais bacana é que ele demonstra que podemos sim ter coisas complexas feitas na web, com Javascript (que é nativo de qualquer browser hoje em dia), sem depender de plugins externos, como o Flash. Realmente, um trabalho excelente, demonstrando que a web não é dependente de Flash para criar experiências de usuário dinâmicas. Confira mais em http://www.geektestbox.com/devfiles/mdunham/brookside_beta/
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Veja meus livros no Facebook
Publicado em 4 de março de 2010 1 comentário
Veja meus livros, aplicativo social criado para a VEJA.com foi lançado essa semana também para Facebook.
Depois de ser lançado na rede social mais usada no Brasil, o Orkut, estava mais do que na hora de lançar também na rede social que mais cresce nesse território, o Facebook. Depois de quase dois meses de trabalho contínuo, a Crowds and Clouds Social Software inicia uma nova época para os aplicativos sociais “utilitários” brazucas, trazendo ao Facebook, onde imperam os games, um aplicativo social com utilidade comprovada para os usuários.Nessa versão estão presentes os mesmos recursos da versão Orkut, com algumas funcionalidades melhoradas, correções, e muitos, mas muitos mesmo, improvements que tornaram o aplicativo muito mais rápido. Uma alteração na dinâmica de novidades tornou o aplicativo muito mais atraente para os novos usuários: ao entrar no aplicativo, invés de ver as novidades apenas dos amigos, você pode conferir as novidades de todos os usuários da rede, permitindo que você alcance mais pessoas para compor sua rede social com interesses compartilhados, também permitindo que você conheça mais livos de seu interesse. Nesse sentido, você também pode ver as novidades apenas do dono do perfil que você está visualizando no momento, seja o seu ou de algum amigo que você tenha descoberto através do aplicativo.
Outra grande inovação que o aplicativo carrega é a possibilidade de integrar seu aplicativo com o Orkut, caso também o tenha instalado lá. Assim, você não precisa adicionar todos livros e montar sua biblioteca novamente, basta executar processo de integração (2 passos simples, que você confere ao clicar no botão na barra superior do aplicativo) e voi-lá, sua biblioteca do Orkut estará integrada com a do Facebook, e vice-versa também funciona.
O mais legal é que, elas estarão realmente ‘integradas’: as alterações que fizer em uma das redes vai aparecer também na outra. Totalmente inédito no mercado, ação pioneira. E isso não para nessas duas redes, esse processo já está pronto para acontecer em qualquer rede social que o aplicativo venha a funcionar. Um só código, uma funcionalidade, várias redes…Agora, vamos esperar para ver a repercussão nessa rede social onde, teoricamente (via pesquisas), o nível cultural é maior, onde as pessoas realmente buscam conteúdo relevante para seus estilos de vida e experiência na Web. Enquanto esperamos, que tal já lançar redes em outros mares? Então, faça sua experiência agora mesmo, experimente o aplicativo , e deixe registrada sua opinião.






