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	<title>THLopes.com &#187; Desenvolvimento</title>
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	<description>Web, Ciência, Computação e Poesia</description>
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		<title>pyLottery: novidades para os apostadores</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 20:29:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomas Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um post rápido para avisar sobre a página oficial do projeto pyLottery, que está com algumas novidades principalmente para quem tem uma pilha de bilhetes da Mega pra conferir. Encarem como um pequeno presente de Ano Novo  Confiram já o &#8230; <a href="http://www.thlopes.com/2012/01/pylottery-novidades-para-os-apostadores/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um post rápido para avisar sobre a página oficial do projeto <a href="https://bitbucket.org/THLopes/pylottery">pyLottery</a>, que está com algumas novidades principalmente para quem tem uma pilha de bilhetes da Mega pra conferir. Encarem como um pequeno presente de Ano Novo <img src='http://www.thlopes.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />   <a title="pyLottery" href="http://www.thlopes.com/projetos/pylottery/">Confiram já o pyLottery</a></p>
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		<title>Testando Javascript</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 01:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomas Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Realmente, mesmo usando o Synergy e uma boa configuração de rede local, ainda fica um pouco trabalhoso... Então resolvi pesquisar algumas ferramentas que poderiam ajudar nessa árdua tarefa, e creio que muitos vão agradecer pelas dicas e até colaborar com dezenas de outras nos comentários. Nem todas visam automatizar o teste em escala, mas todas vão facilitar alguma fase dos testes para que seus projetos tenham um excelente resultado <a href="http://www.thlopes.com/2011/10/testando-javascript/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.thlopes.com/?attachment_id=1053" rel="attachment wp-att-1053"><img class="alignleft size-full wp-image-1053" src="http://www.thlopes.com/files/2011/10/javascript-testing-570x190.jpg" alt="javascript-testing-570x190" width="570" height="190" /></a></p>
<p>Outro dia, <a title="Erick Galassi's Thumbler" href="http://ergalassi.tumblr.com/">um grande amigo</a> me perguntou como fazia para automatizar o teste do Javascript desenvolvido em vários browsers. Para ser bem sincero, eu não utilizo nada além de vários browsers diferentes instalados em cada uma das minhas máquinas (virtuais ou não), cada uma com um sistema operacional diferente  (<a href="http://www.ubuntu.com/">Ubuntu</a> 10.10 e 11.04 , Windows XP, Vista e 7 e carente de um Mac por enquanto&#8230;).</p>
<p>Realmente, mesmo usando o <a href="http://synergy-foss.org/">Synergy</a> e uma boa configuração de rede local, ainda fica um pouco trabalhoso&#8230; Então resolvi pesquisar algumas ferramentas que poderiam ajudar nessa árdua tarefa, e creio que muitos vão agradecer pelas dicas e até colaborar com dezenas de outras nos comentários. Nem todas visam automatizar o teste em escala, mas todas vão facilitar alguma fase dos testes para que seus projetos tenham um excelente resultado</p>
<h3><a href="http://browsershots.org/">BrowserShots</a></h3>
<p>Essa ferramenta vai mostrar pra você como seu site irá &#8220;renderizar&#8221; em diversos browsers diferentes, sem que você os tenha instalado, permitindo que você identifique problemas de compatibilidade mais rapidamente (principalmente se você se valeu de javascript para trabalhar estilos/css)</p>
<h3><a href="http://google-opensource.blogspot.com/2011/10/scriptcover-javascript-coverage.html">ScriptCover</a></h3>
<p>Recém-lançado pelo Google, essa ferramenta fornece estatísticas de cobertura de código linha-a-linha, permitindo que você analise (em tempo real até) quantas vezes uma determinada instrução foi executada durante o uso da página. Essa extensão do Chrome funciona desde o instante inicial de carregamento da página e continua enquanto o site vai sendo utilizado, sem atrapalhar o usuário. Excelente  também para debugar códigos complexos, que porventura venham a falhar misteriosamente em algum browser específico (para não dizer logo I.E.).</p>
<h3><a href="http://code.google.com/p/js-test-driver/">js-test-driver</a></h3>
<p>Esse framework permitirá que você trabalhe na filosofia <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tdd">TDD</a> (Test Driven Development), integrando-o a sua IDE (<a href="http://www.thlopes.com/2011/02/meu-ambiente-de-trabalho-em-7-itens/">Eclipse</a>, por exemplo) para automatizar a execução dos testes tão logo você modifique os arquivos do projeto. Exige uma preparação dos cases de teste, mas já que estamos falando de TDD, isso não será o problema. Confira nesse <a href="http://googletesting.blogspot.com/2009/05/yet-another-javascript-testing.html">post a apresentação na época de lançamento</a> onde é demonstrada a praticidade do mesmo.</p>
<h3><a href="http://net.tutsplus.com/tutorials/javascript-ajax/how-to-test-your-javascript-code-with-qunit/">QUnit, a filosofia jQuery também nos testes</a></h3>
<p>QUnit é um poderoso framework de Unit Test que o ajuda a depurar o código. É escrito por membros da equipe de <a href="http://www.jquery.com">jQuery</a>, e é o conjunto de testes oficial para este famoso framework. Ele é também o suficiente para testar qualquer código JavaScript regular, e é ainda capaz de testar Javascript server-side, através de algum mecanismo de JavaScript como <a href="http://www.mozilla.org/rhino/">Rhino</a> ou <a href="http://code.google.com/p/v8/">V8</a>.</p>
<h3><a href="http://pivotal.github.com/jasmine/">Jasmine</a></h3>
<p>Não, você não vai contratar uma estagiária chamada <em>Jasmine</em> para fazer o le-rê-le-rê de abrir páginas e págians em todas as máquinas do seu escritório. É um framework <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Behavior_Driven_Development">BDD</a>, Behaviour Driven Development, ou seja, desenvolvimento orientado a comportamento. Para quem acha o TDD coisa do passado.</p>
<h3><a href="http://validator.w3.org/">W3C Validator</a></h3>
<p>Não menospreze-o. Alguns acham cafona, outros, nem sequer ouviram falar. Mas pense: se o código está de acordo com Standards, a chance de renderizar igual na maior parte dos browsers também é maior! E também, pode ser um excelente atalho para encontrar algum problema misterioso que não consta nos consoles.</p>
<h3><strong><a href="http://getfirebug.com/">Firebug</a></strong></h3>
<p>Apesar de usar o Chrome a maior parte do tempo, ainda acho a versão Firefox da extensão de desenvolvimento web mais prática e rápida para ajudar no debug, teste e inclusive no desenvolvimento (quem nunca desenvolveu uma linha de código javascript direto no console pra depois copiar e colar no código-fonte que atire o primeiro mouse!)</p>
<p><strong>E você</strong>, usa alguma outar ferramenta para facilitar o testes Javascript? Por favor, ajude-nos!</p>
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		<title>Meu Ambiente de trabalho em 7 itens</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 20:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomas Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Seguindo a "corrente do bem" que chegou até mim via Rocha C. Bruno, segue minha lista para Meu ambiente de trabalho em 7 items (Nossa, um número realmente pequeno para esse tipo de brincadeira...), vamos lá: Python, Django, Javascript, jQuery, Firebug, Mercurial-HG, Eclipse <a href="http://www.thlopes.com/2011/02/meu-ambiente-de-trabalho-em-7-itens/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-989" src="http://www.thlopes.com/files/2011/02/environment.development.tools.thlopes.300x224.jpg" alt="Development tools, THLopes.com" width="300" height="224" />Seguindo a &#8220;corrente do bem&#8221; que chegou até mim via <a href="http://rochacbruno.com.br/blog/">Rocha C. Bruno</a>, segue minha lista para <em>Meu ambiente de trabalho em 7 items </em>(Nossa, um número realmente pequeno para esse tipo de brincadeira&#8230;), vamos lá:</p>
<ol>
<li><strong><a href="http://www.python.org">Python</a></strong>: A linguagem mestre, sempre liderando qualquer projeto. Curiosamente, até em projetos onde o Python não é a linguagem principal, ele exerce sua influência: estou sempre pensando &#8220;Pythonicamente&#8221; para resolver problemas, aplicando o Zen que a comunidade e linguagem prega. Não é apenas linguagem: é Filosofia!</li>
<li><strong><a href="http://www.djangoproject.com">Django</a></strong>: Nem todos projetos são Web, ou 100% Web. Mas os que atendem a esse requisito, sempre tem esse maravilhoso framework direcionando os trabalhos.</li>
<li><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JavaScript">Javascript</a></strong>: Para muitos, é algo bizarro. Para mim, que trabalho a maior parte com interfaces e interação do usuário com os sistemas, é a arma. E como já disse para muitos amigos de trabalho: &#8220;Para mim, Javascript é o Python rodando diretamente no Browser.</li>
<li><strong><a href="http://www.jquery.com">jQuery</a></strong>: Muitas vezes esse framework chega a se sobrepôr a própria linguagem. Em muitos projetos, dá até pra dizer que temos &#8220;mais linhas jQuery do que Javascript puro&#8221;. Mas o que isso quer dizer? Que Web sem jQuery realmente é muito mais difícil e demorado! Gosto tanto do framework que criei até uns plugins</li>
<li><strong><a href="http://getfirebug.com/">Firebug</a></strong>: Se eu tiver de nomear um dos items como minha Shuriken, o Firebug seria sem dúvida! Muito prático, rápido e a ferramenta ideal para &#8220;prototipar&#8221; qualquer interface. Ainda mais se o cliente estiver do seu lado, esperando uma resposta sua: Você abre o console, algumas linhas e opções depois, você mostra pra ele como pode resolver  o problema&#8230; e negócio mais próximo de estar fechado!</li>
<li><strong><a href="http://mercurial.selenic.com/">Mercurial-HG</a></strong>: Devo confessar, antes usava SVN, e quando a vida me exigiu mudar para Mercurial, tive um pouco de resistência. Mas hoje, alguns meses depois, só vejo vantagens, principalmente  após usar os excelentes recursos do <a href="https://bitbucket.org/THLopes/">Bitbucket </a>e saber que várias boas ferramentas que utilizo, inclusive o próprio Python, tem seu código armazenado por lá, e também que Mercurial é uma ferramenta escrita em Python.</li>
<li><strong><a href="http://www.eclipse.org/">Eclipse</a></strong>: Não vou morrer se o Eclipse não abrir&#8230; mas vou ganhar várias horas de lazer com algumas praticidades que ele traz: com essa IDE, eu centralizo diversas outras ferramentas, libraries, automatizo alguns procedimentos, debugs, vários ambientes de execução e depuração customizados com fácil acesso&#8230; enfim, um verdadeiro Canivete Suíço! Claro, ele tem que estar turbinado com alguns plugins, tais como: <strong><a href="http://www.aptana.com/">Aptana</a></strong>, <strong><a href="http://pydev.sourceforge.net/">PyDev</a></strong>, <strong>Mercurial</strong>, etc.</li>
</ol>
<p>E assim como outros fizeram, vamos às menções honrosas de outras ferramentas que fazer uma pontinha no ambiente com menos frequência. Percebam que muitas ferramentas são claramente feitas para rodar em Windows, geralmente para suprir necessidades que são padrão no Linux</p>
<ol>
<li><strong><a href="http://www.ubuntu.com/">Ubuntu</a></strong>: Companheiro de cada dia! Geralmente uso Windows por conveniência (sempre compro notebooks com Windows original pré-instalado, e dá uma preguiça de instalar e configurar um novo sistema&#8230; apesar de que nas últimas versões de Ubuntu esse processo estar facílimo!). Certas coisas na vida de um desenvolvedor só são possíveis num sistema Linux, e Ubuntu é o mestre nesse aspecto. Um exemplo é um projeto recente que estou trabalhando que envolve processamento de vídeo, usando FFMpeg e PyFFMpeg. Praticamente impossível de rodar em Windows&#8230; porém, no Linux, é <em>mamão-com-açúcar</em>&#8230;</li>
<li><strong><a href="http://code.google.com/appengine/">Google App Engine SDK</a></strong>: Ferramenta essencial para projetos dentro da plataforma do Google. Quando usando com Eclipse, basta integrar no ambiente ou no projeto e o Eclipse/Pydev faz toda a interface pra você.</li>
<li><strong><a href="http://www.chiark.greenend.org.uk/~sgtatham/putty/">Putty</a></strong>: Quando não no Linux, uma ferramenta essencial para conectar-se a sistemas remotos.</li>
<li><strong><a href="http://ipython.scipy.org/">iPython</a></strong>: Mão na roda para agilizar alguns comandos experimentais e em testes (Experimentando o <a href="http://dreampie.sourceforge.net/">DreamPie</a> também)</li>
<li><strong><a href="http://www.apachefriends.org/pt_br/xampp.html">XAMPP</a></strong>: Outra ferramenta indispensável quando desenvolvendo fora do Linux</li>
<li><strong><a href="http://www.phpmyadmin.net/">phpMyAdmin</a></strong>: Muita gente torce o nariz, mas essa ferramenta é muito boa e prática. Só não é melhor por não ser em Python, <img src='http://www.thlopes.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> .</li>
<li><strong><a href="http://www.skype.com/intl/pt/home/">Skype</a></strong>: Para conversar com a equipe, clientes, e até fazer pequenos treinamentos</li>
<li><strong><a href="http://db.tt/RKATEsN">DropBox</a></strong>: Backup e compartilhamento entre máquinas remotas. Uso principalmente como backup automatizado do meu ambiente de desenvolvimento remoto e até apaga alguns</li>
<li><strong><a href="http://www.vmware.com/products/player/">VMWare Player</a></strong>: Para rodar mais de um sistema de uma vez, permitindo testes (compatibilidade e usabilidade) mais rápidos e práticos</li>
<li><strong><a href="http://www.realvnc.com/">VNC</a> / <a href="http://sourceforge.net/projects/win2vnc/">Win2VNC</a></strong>: Também para rodar mais de um sistema de uma vez, mas aqui, para controlar mais de uma máquina com um único teclado e mouse, não para visualização remota (inclusive, acho horrível&#8230;)</li>
<li><strong><a href="http://pencil.evolus.vn/">Pencil</a></strong> (Firefox Add-on): Para fazer Wireframes</li>
</ol>
<p>Para dar continuidade, convido os amigos para seguir nesse trend:</p>
<p><a href="http://twitter.com/#!/mauriciosl">@mauriciosl</a><br />
<a href="http://twitter.com/#!/jeanwainer"> @jeanwainer</a><br />
<a href="http://twitter.com/#!/ergalassi"> @ergalassi</a><br />
<a href="http://twitter.com/#!/marcelohonorio"> @marcelohonorio</a><br />
<a href="http://twitter.com/#!/odranoel"> @odranoel</a><br />
<a href="http://twitter.com/#!/ericgoes"> @Ericgoes</a><br />
<a href="http://twitter.com/#!/marcosriso"> @marcosriso</p>
<p></a></p>
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		</item>
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		<title>zipando arrays javascript como no python</title>
		<link>http://www.thlopes.com/2011/01/zipando-arrays-javascript-como-no-python/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=zipando-arrays-javascript-como-no-python</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 19:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomas Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[array]]></category>
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		<category><![CDATA[Javascript]]></category>
		<category><![CDATA[python]]></category>
		<category><![CDATA[zip]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa dica rápida é para aqueles que estão procurando uma forma de mesclar (merge) arrays em Javascript como é feito em Python através da função zip. <a href="http://www.thlopes.com/2011/01/zipando-arrays-javascript-como-no-python/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa dica rápida é para aqueles que estão procurando uma forma de mesclar (merge) arrays em Javascript como é feito em Python através da função zip():</p>
<pre>function zip() {
    var merged=[],arrays=[],lengths=[];
    for(var i=0; i&lt;arguments.length; i++) {
        arrays.push(arguments[i]);
        lengths.push(arguments[i].length);
    }
    for (var i=0; i &lt; Math.min.apply(null,lengths); i++) {
        merged[i] = arrays.map(function(value) { return value[i]; });
    }
    return merged;
}</pre>
<p>Enjoy!!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Republicando: jQuery, de olho nos gaps</title>
		<link>http://www.thlopes.com/2010/08/republicando-jquery-de-olho-nos-gaps/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=republicando-jquery-de-olho-nos-gaps</link>
		<comments>http://www.thlopes.com/2010/08/republicando-jquery-de-olho-nos-gaps/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 00:54:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomas Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[ajax]]></category>
		<category><![CDATA[development]]></category>
		<category><![CDATA[Javascript]]></category>
		<category><![CDATA[jquery]]></category>
		<category><![CDATA[standards]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou republicando esse artigo pois o mesmo recebeu um comentário, e ao mesmo tempo, é um assunto que ainda assola muitas pessoas que utilizam jQuery, principalmente quem começou com ela há pouco tempo. <a href="http://www.thlopes.com/2010/08/republicando-jquery-de-olho-nos-gaps/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estou republicando </em><a href="http://old.thlopes.com/content/view/141/46/"><em>esse artigo</em></a><em> pois o mesmo recebeu um comentário, e ao mesmo tempo, é um assunto que ainda assola muitas pessoas que utilizam </em><a href="http://docs.jquery.com"><em>jQuery</em></a><em>, principalmente quem começou com ela há pouco tempo.</em></p>
<p>Qual webdeveloper nunca usou <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/alF1ZXJ5XyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMjM5MzQ=-56">jQuery<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>? Muito difícil&#8230; Bom, mas vamos falar de algo que nem todos os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cHJvZ3JhbW1pbmdfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18yMzkzNA==-64">developers<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que usam jQuery se atentam ao programar. Eu mesmo fui pego hoje por um gap que me tomou alguns minutos da tarde&#8230;</p>
<p>Algumas funções (na verdade, a maioria nesse framework) recebem outras funções como <em>callback</em>, aquela função que será chamada assim que a instrução/função chamada acabar seu procedimento. Um exemplo muito utilizado em aplicações reais são as</p>
<h2>Funções Ajax</h2>
<p style="background-color: #ffffff;padding: 2px;border: 1px solid #cccccc"><em>load</em>( url, data, <strong>callback </strong>)<br />
Returns: jQuery. Load HTML from a remote file and inject it into the DOM.</p>
<p style="background-color: #ffffff;padding: 2px;border: 1px solid #cccccc">jQuery.<em>get</em>( url, data, <strong>callback</strong>, type )<br />
Returns: XMLHttpRequest. Load a remote page using an HTTP GET request.</p>
<p style="background-color: #ffffff;padding: 2px;border: 1px solid #cccccc">jQuery.<em>getJSON</em>( url, data, <strong>callback </strong>)<br />
Returns: XMLHttpRequest. Load JSON data using an HTTP GET request.</p>
<p><span id="more-902"></span></p>
<p>Ao usar a função load, você carrega um arquivo remoto (seja ele html puro ou um arquivo dinâmico, como PHP ou outra linguagem), mas o tempo que ele leva para ser processado nem sempre é igual. E se você precisa esperar que o conteúdo seja totalmente carregado antes de proceder com o script?Colocar um timeout? No way, uma vez que você não tem controle sobre o tempo de execução em todas as plataformas e clientes&#8230; Logo, o Callback está aí para sanar essa questão.</p>
<h2>Porém&#8230;</h2>
<p>Temos que tomar cuidado ao usar o Callback, uma vez que o desempenho dos sistemas ainda podem afetar a funcionalidade de seu código, e fazer você perder várias horas de seu precioso descanso&#8230;Veja esse trecho de código que trabalhei recentemente:</p>
<pre>jQuery().ready(function() {
   jQuery.getJSON('/php/data.drafts.php?l=10&amp;f=json', function(data){
      jQuery.each(data, function(i, item){
         jQuery('#latestDraftsTable tbody').append('&lt;tr&gt;&lt;td&gt;'+item.id+'&lt;/td&gt;&lt;td&gt;' + item.title + '&lt;/td&gt;&lt;td&gt;' + item.date+ '&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;');
      });
   });
   jQuery('#latestDraftsTable').tablesorter({widgets: ['zebra']});
);</pre>
<p>Alguém consegue perceber o erro, ou melhor, a Zebra? Muito difícil. Mas ao rodar o código, não acontecia o esperado: que minha tabela apresentasse o comportamento de uma tabela ordenável que o jQuery UI tablesorter plugin proporciona (ou seja, deu Zebra e não ocorreu a <em>Zebra</em>). Aí eu descobri o problema: a penúltima linha do código nem estava sendo executada&#8230; Seriam Gaps de performance?</p>
<h2>Diferentes paradigmas</h2>
<p>Fosse uma linguagem das antigas qualquer, onde o paradigma procedural imperava, esse código não teria problema, pois cada instrução só seria disparada ao final da anterior. No Javascript, a coisa não é bem assim, ainda mais quando se trata de AJAX -<em><strong>Assynchronous</strong> Jacascript and XML</em> &#8211; uma requisição que é disparada e outra estrutura interna fica encarregada de processar os resultados quando eles chegarem. Ao efetuar a função getJSON, a requisição é disparada, e já passamos para a próxima linha (onde eu chamo o tablesorter na tabela), porém, não deu tempo da requisição JSON retornar e popular a tabela. Resultado: minha tabela fica populada mas não fica ordenável.</p>
<p>Graças a um amigo developer fera em JS, eu consegui perceber isso e reordenaro código de maneira que ele funcionasse como o esperado:</p>
<h3>Código corrigido</h3>
<pre>jQuery().ready(function() {
   jQuery.getJSON('/php/data.drafts.php?l=10&amp;f=json', function(data){
      jQuery.each(data, function(i, item){
         jQuery('#latestDraftsTable tbody').append('&lt;tr&gt;&lt;td&gt;'+item.id+'&lt;/td&gt;&lt;td&gt;' + item.title + '&lt;/td&gt;&lt;td&gt;' + item.date+ '&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;');
      });
      <strong>jQuery('#latestDraftsTable').tablesorter({widgets: ['zebra']});</strong>
   });
);</pre>
<p>Assim, o tablesorter vai ocorrer dentro do <em>callback</em>, logo após ter terminado de ser populada a tabela. Na realidade, os callbacks foram feitos exatamente para situações como essa: <em>quando a coisa vai demorar um pouco e você não tem certeza do quanto&#8230;</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dez coisas que mais irritam os desenvolvedores</title>
		<link>http://www.thlopes.com/2010/05/dez-coisas-que-mais-irritam-os-desenvolvedores/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dez-coisas-que-mais-irritam-os-desenvolvedores</link>
		<comments>http://www.thlopes.com/2010/05/dez-coisas-que-mais-irritam-os-desenvolvedores/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 May 2010 13:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomas Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fatos]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu amigo Marcelo Honório traduziu um artigo muito interessnte, que expressa bem o que nós, profissionais do código, sentimos muitas vezes ao longo de nossas carreiras: Dez coisas que mais irritam os desenvolvedores (Claro, muitos podem listar ainda mais... mas essas 10 já resumem bem boa parte delas).
Confira o artigo e comente qual você acha o pior, e caso discorde, por favor, explique porque uma coisa dessas pode não te irritar <a href="http://www.thlopes.com/2010/05/dez-coisas-que-mais-irritam-os-desenvolvedores/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Voce-e-Analista-de-Sistemas-Desenvolvedor-Programador por thlopes, no Flickr" href="http://www.thlopes.com/2010/05/dez-coisas-que-mais-irritam-os-desenvolvedores"><img class="alignleft" src="http://farm5.static.flickr.com/4032/4648478008_ed4c52c94b_m.jpg" alt="Voce-e-Analista-de-Sistemas-Desenvolvedor-Programador" width="240" height="235" /></a></p>
<p>Meu amigo Marcelo Honório traduziu um artigo muito interessnte, que expressa bem o que nós, profissionais do código, sentimos muitas vezes ao longo de nossas carreiras: <em><a href="http://blog.marcelohonorio.com.br/tecnologia/desenvolvimento/dez-coisas-que-mais-irritam-desenvolvedores/comment-page-1/">Dez coisas que mais irritam os desenvolvedores</a></em> (Claro, muitos podem listar ainda mais&#8230; mas essas 10 já resumem bem boa parte delas).</p>
<p><a title="Dez coisas que mais irritam os desenvolvedores, no blog do Marcelo Honório" href="http://blog.marcelohonorio.com.br/tecnologia/desenvolvimento/dez-coisas-que-mais-irritam-desenvolvedores/comment-page-1/">Confira o artigo</a> e comente qual você acha o pior, e caso discorde, por favor, explique porque uma coisa dessas pode não te irritar&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nerdcast sobre programadores</title>
		<link>http://www.thlopes.com/2010/05/nerdcast-sobre-programadores/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=nerdcast-sobre-programadores</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 20:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomas Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fatos]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[code]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[python]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem acompanha o blog sabe que esporadicamente posto links para podcasts de assuntos relacionados a THLopes. E aqui está mais: o Nerdcast de hoje, cujo tema é Profissão: Programador. Como este que vos escreve atua nessa profissão, recomendo ouvir esse excelente podcast para fechar sua sexta-feira. Boas risadas e descobertas! <a href="http://www.thlopes.com/2010/05/nerdcast-sobre-programadores/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Nerdcast #211 Profissão: programador por thlopes, no Flickr" href="http://www.thlopes.com/2010/05/nerdcast-sobre-programadores/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4062/4647820359_286829fea9_o.jpg" alt="Nerdcast #211 Profissão: programador" width="440" height="235" /></a></p>
<p>Quem acompanha o blog sabe que esporadicamente posto links para podcasts de assuntos relacionados a THLopes. E aqui está mais: o Nerdcast de hoje, cujo tema é Profissão: Programador. Como este que vos escreve atua nessa profissão, recomendo <a title="Nerdcast 211 -0 profissão programador" href="http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-211-profissao-programador/">ouvir esse excelente podcast para fechar sua sexta-feira</a>. Boas risadas e descobertas!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Criando um Ambiente de desenvolvimento com GAE</title>
		<link>http://www.thlopes.com/2010/05/ambiente-desenvolvimento-google-app-engine/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ambiente-desenvolvimento-google-app-engine</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 16:03:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomas Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[aptana]]></category>
		<category><![CDATA[eclipe]]></category>
		<category><![CDATA[gae]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[ide]]></category>
		<category><![CDATA[sdk]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Abril, participei de um projeto onde precisamos montar um ambiente de trabalho bem bacana, envolvendo tecnologia de Cloud Computing, como o Google App Engine (GAE). Não é uma tarefa difícil, na verdade, relativamente fácil de fazer, mas resolvi documentar aqui para diminuir o trabalho ainda mais de pessoas que procuram uma solução para iniciar seus projetos, ou de quem acabou de pegar uma máquina zerada e quer montar um cockpit de desenvolvimento. <a href="http://www.thlopes.com/2010/05/ambiente-desenvolvimento-google-app-engine/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="banner-eclipse-python-gae por thlopes, no Flickr" href="http://www.thlopes.com/2010/05/ambiente-desenvolvimento-google-app-engine/#more-781"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4072/4578167341_266106ffb4_o.jpg" alt="banner-eclipse-python-gae" width="558" height="90" /></a></p>
<p>Em Abril, participei de um projeto onde precisamos montar um ambiente de trabalho bem bacana, envolvendo tecnologia de Cloud Computing, como o Google App Engine (GAE). Não é uma tarefa difícil, na verdade, relativamente fácil de fazer, mas resolvi documentar aqui para diminuir o trabalho ainda mais de pessoas que procuram uma solução para iniciar seus projetos, ou de quem acabou de pegar uma máquina zerada e quer montar um cockpit de desenvolvimento.</p>
<p>A seguir, a breve lista do que vamos precisar:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.python.org/download/">Python</a></li>
<li><a href="http://code.google.com/appengine/downloads.html">Google App Engine SDK</a></li>
<li><a href="http://www.eclipse.org/downloads/">Eclipse IDE</a> (Recomendo a versão &#8220;For PHP Developers, que já vem com <em>Web Tools Platform, </em>que será útil em outros projetos)</li>
<li><a href="http://pydev.org/download.html">PyDev</a></li>
<li><a href="http://subclipse.tigris.org/servlets/ProjectProcess?pageID=p4wYuA">Subclipse</a></li>
<li><a href="http://www.aptana.org/">Aptana Studio</a></li>
</ul>
<p>Claro, você pode alternar versões ou usar apenas o Aptana Studio invés do Eclipse, mas eu optei pelo Eclipse para poder usar em outras situações.</p>
<p><span id="more-781"></span></p>
<h2>Python e GAE</h2>
<p>Vamos lançar as bases de nosso ambiente. Começando pela linguagem de nossa escolha, o Python, que dependendo da distruição de seu sistema operacional, já estará instalado (O Ubuntu, por exemplo, já vem com python pronto pra uso). Se quiser testar se já está pronto, abra uma linha de comando (shell) e execute o comando:</p>
<pre>thomas@thlopes:~$ python</pre>
<p>Você deverá ter uma resposta como esta, ou bem parecida, no caso do windows:</p>
<pre>Python 2.5.2 (r252:60911, Jan 20 2010, 23:16:55)
[GCC 4.3.2] on linux2
Type "help", "copyright", "credits" or "license" for more information.
&gt;&gt;&gt;</pre>
<p>Significa que a linguagem já está pronta para uso no seu sistema. Caso não tenha o programa instalado, basta baixar em http://www.python.org/download/, e instalar em sua máquina. No Windows, será necessário configurar a variável de Ambiente Path para que o executável do Python possa ser executado de qualquer localização no sistema.</p>
<p>Nosso próximo passo é instalar o Google App Engine SDK. Primeiramente, baixe os pacotes de acordo com sua distribuição em http://code.google.com/appengine/downloads.html. No Linux, basta você descompactar numa pasta onde você recorde futuramente (geralmente, crio uma pasta geral para arquivos de libraries diversas que utilizo em diversos projetos: /home/thomas/workspaces/libraries). Depois de extraído, você terá uma estrutura como esta:</p>
<p style="text-align: center"><a title="tutorial-ambiente-figura-01 por thlopes, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/thlopes/4574432255/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3386/4574432255_fe3d85dfb2_m.jpg" alt="tutorial-ambiente-figura-01" width="240" height="121" /></a></p>
<p>Para assegurar que o GAE está pronto para funcionar em sua máquina, vamos rodar um exemplo que vem no próprio pacote. Ao ser indagado se o Server deve procurar por updates, responda com Y/N:</p>
<pre>thomas@thlopes:~$ cd workspace/libraries/google_appengine/
thomas@thlopes:~/workspace/libraries/google_appengine$ ./dev_appserver.py demos/guestbook/.</pre>
<pre>INFO     2010-05-03 14:23:59,698 appengine_rpc.py:159] Server: appengine.google.com
Allow dev_appserver to check for updates on startup? (Y/n): Y</pre>
<p>Depois de checar pelos updates ele vai mostrar o seguinte:</p>
<p>INFO     2010-05-03 14:25:13,339 dev_appserver_main.py:407] Running application guestbook on port 8080: http://localhost:8080</p>
<p>Isso quer dizer que o servidor de testes está pronto para rodar em http://localhost:8080. Não feche esse terminal, pois isso fará com que o servidor de testes seja fechado também. Copie e cole no seu browser:</p>
<p style="text-align: center"><em><a title="tutorial-ambiente-figura-02 por thlopes, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/thlopes/4578692042/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4008/4578692042_94ed658b0f_m.jpg" alt="tutorial-ambiente-figura-02" width="240" height="176" /></a> <a title="tutorial-ambiente-figura-03 por thlopes, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/thlopes/4578692046/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4066/4578692046_79ab71c8be_m.jpg" alt="tutorial-ambiente-figura-03" width="240" height="170" /></a></em></p>
<p style="text-align: left">Você verá um formulário, poste alguma coisa para testar o funcionamento. Se verificar na janela de terminal, verá que ele mostra um output do log do mesmo, para debug. Pronto, segu GAE está pronto para ser usado. Há uma pasta chamada new_project_template que mostra os arquivos básicos que todo app no GAE deve conter. Você também pode seguir os <a title="Documentação GAE" href="http://code.google.com/appengine/docs/python/gettingstarted">tutoriais da própria documentação</a> para se situar melhor com ese SDK.</p>
<h2 style="text-align: left">Eclipse IDE/SDK</h2>
<p style="text-align: left">Agora vamos para o próximo passo, instalar nosso Eclipse. Aqui praticamente não há segredos: Tanto No Linux quanto no Windows, você pode baixar um pacote que já vem com o Eclipse pronto para uso, bastando descompactar em alguma pasta. No Linux você ainda tem a opção de instalar via gerenciador de pacotes, caso prefira. Mas eu recomendo baixar o último pacote no site de downloads (/http://www.eclipse.org/downloads/), pois geralmente as versões nos repositórios padrão são um tanto quanto defasadas. Descompacte tudo numa pasta de sua preferência, por exemplo, /home/thomas/eclipse. Após descompactado, você pode criar atalhos para a área de trabalho ou onde quiser (inclusive, um ícone já vem no pacote para Linux, para  você customizar o link). Pronto, você tem uma suíte robusta e pronta para desenvolver diversos tipos de projetos, em uma infinidade de linguagens. Eclipse é uma suíte modular, com muitos plugins desenvolvidos, de execelente qualidade, inclusive, um deles é o nosso próximo passo. Execute o Eclipse. Ao executá-lo, ele vai perguntar onde você quer definir seu workspace padrão. O meu, gosto de manter assim: /home/thomas/workspace, mas você pode escolher qualquer lugar de preferência. Só pra situar os que nunca usaram o Eclipse: Workspace é o lugar onde você vai criar as pastas dos seus projetos. Como eu trabalho com diversos níveis de projetos (trabalho, pessoal, estudos, etc), eu crio subníveis, por exemplo: /home/thomas/wokspaces/work  e /home/thomas/workspaces/personal, etc&#8230; Escolha a vontade!</p>
<p style="text-align: center"><em><a title="tutorial-ambiente-figura-04-Eclipse-Wokspace por thlopes, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/thlopes/4578692060/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4046/4578692060_f9b1ea3434_m.jpg" alt="tutorial-ambiente-figura-04-Eclipse-Wokspace" width="240" height="201" /></a></em></p>
<h2 style="text-align: left">PyDev</h2>
<p style="text-align: left">Estamos quase terminando, agora vamos instalar um plugin que vai facilitar nosso trabalho com tudo isso que instalamos e vamos utilizar ao longo de nosso dia-a-dia de trabalho. PyDev é o plugin que você precisa para desenvolver projetos em Python, sejam eles web ou não. Ele já vem com facilitadores para trabalhar com projetos em Django também. Para obter  mesmo, basta visitar http://www.pydev.org/download.html, onde você pode fazer o download do mesmo, ou optar pela instalação mais fácil e rápida. Procure por <strong>Quick Install</strong> na página, e encontrarás as instruções para instalar como plugin pelo próprio Eclipse:</p>
<p style="text-align: left">Vá para o  <strong>update manager </strong>(Menu Help &gt; Install New Software), e adicione a seguinte   	fonte: <a href="http://pydev.org/updates">http://pydev.org/updates</a></p>
<p style="text-align: center"><em><a title="tutorial-ambiente-figura-05-PyDev-no-Eclipse por thlopes, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/thlopes/4578692062/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4024/4578692062_2b8ce7c68b_m.jpg" alt="tutorial-ambiente-figura-05-PyDev-no-Eclipse" width="240" height="168" /></a></em></p>
<p>Depois é só seguir os passos na tela, instalando apenas a primeira opção (PyDev &gt; PyDev for Eclipse). Depois de instalar tudo, reinicie o Eclipse. Se você brincar um pouco nele agora verá que já temos novas opções de novos projetos, perspectivas e uma série de outras coisas interessantes.</p>
<p style="text-align: center"><em><a title="tutorial-ambiente-figura-06-pydev-projects por thlopes, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/thlopes/4578692068/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4023/4578692068_2c58809825_m.jpg" alt="tutorial-ambiente-figura-06-pydev-projects" width="240" height="193" /></a></em></p>
<h2>SVN com Subclipse</h2>
<p>Continuando, vamos instalar um plugin que vai nos ajudar com as tarefas de SVN. Não vamos explicar muito sobre SVN, vamos supor que você leitor, já está familiarizado com essa ferramenta de versionamento. Porém, caso não, há diversos tutoriais na internet onde você pode aprender um pouco mais sobre essa ferramenta. Voltando, basta entrar no site para encontrar referência de como instalar o Subclipse no seu Eclipse: http://subclipse.tigris.org/servlets/ProjectProcess?pageID=p4wYuA . Na página, procure pelo cabeçalho Installation Instructions, e você verá o passo-a-passo básico de como instalar o plugin. Para a versão que instalamos de Eclipse, o Subclipse 1.6.x é o correto. Expanda o itens, e marque os sub-itens listados abaixo (apenas os required):</p>
<ul>
<li>Subclipse (Required)</li>
<li>Subversion Client Adapter (Required)</li>
<li>Subversion JavaHL Native Library Adapter (Required)</li>
</ul>
<p>Depois de instalar tudo, reinicie o Eclipse novamente. Se você estiver no Linux/Gnome, e ver uma mensagem alertando sobre um bug relacionado ao Keyring, apenas dê Ok e prossiga. Vamos verificar se está tudo ok, Indo no menu File &gt; New&#8230; &gt; Project , depois expanda o item SVN, e cheque se há o item Checkout Projects from SVN.</p>
<p style="text-align: center"><em><a title="tutorial-ambiente-figura-07-subclipse-new-project por thlopes, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/thlopes/4578692076/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4017/4578692076_e00afcb482_m.jpg" alt="tutorial-ambiente-figura-07-subclipse-new-project" width="240" height="192" /></a></em></p>
<p>Se você já tiver algum projeto no SVN, agora é a hora de tentar puxá-lo para sua máquina. Caso ocorra um erro informando que a biblioteca JavaHL não está instalada corretamente, instale o seguinte pacote via gerenciador do sistema (Linix/Gnome).</p>
<pre>thomas@thlopes:~$ sudo apt-get install libsvn-java</pre>
<p>Caso tenha esse mesmo problema em outros sistemas, verifique nesse Link:  http://subclipse.tigris.org/wiki/JavaHL e nese outro aqui: http://islandlinux.org/howto/installing-javahl-subclipseeclipse-ubuntu. Particularmente, só notei esse problema na versão 8.10 do Ubuntu. Depois de garantir que o Subclipse está instalado corretamente, podemos prosseguir com a parte final de nosso tutorial.</p>
<h2>Aptana Studio</h2>
<p>Instalar o Apta Studio para Eclipse agora vai ser fácil, mesmo processo de instalar os plugins acima, porém um pouco mais demorado pelo tamanho desse plugin que vai lhe permitir usar alguns facilitadores para desenvolvimento Web. Acesse http://www.aptana.org/studio/plugin e obtenha o endereço para configurar uma nova fonte de plugins para o Eclipse: http://download.aptana.org/tools/studio/plugin/install/studio. Basta seguir as instruções do próprio site, mas resumindo, adicione como fonte e selecione o único item que vai surgir para instalar: Aptana Studio. Prossiga os passos como nas instalações anteriores. Talvez demore um pouco, dependendo de sua conexão. Agora é a hora de levantar da cadeira, dar aquela espreguiçada, tomar um cafezinho, e se preparar para já começar a desenvolver!</p>
<p>Após esse passo, você já terá um Eclipse bem diferente do padrão, com diversas opções, pronto para trabalhar com o Google App Engine, e com muitos recursos para facilitar o desenvolvimento Web. Agora, é só fazer bom proveito desse canhão!!!</p>
<h2>Criando um projeto</h2>
<p>Para começar, é muito fácil. Basta criar um novo projeto em File &gt; New &gt; Project&#8230; &gt; PyDev &gt; PyDev Google App Engine Project, informar os parâmetros que ele mesmo vai pedir, para linkar a biblioteca do Google App Egine, e pronto, seu projeto estará pronto para ser trabalhado.</p>
<p style="text-align: center"><em><a title="tutorial-ambiente-figura-08-novo-projeto por thlopes, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/thlopes/4578121553/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4048/4578121553_f72a1ae5ab_m.jpg" alt="tutorial-ambiente-figura-08-novo-projeto" width="240" height="199" /></a></em></p>
<p>Para rodar sua versão local e fazer os testes/debug, basta configurar o projeto para rodar como uma aplicação GAE pelo próprio PyDev. Clique com o botão direito sobre o Projeto no Package explorer, selecione Run As &gt; PyDev: Google App Run (Se não aparecer sobre o projeto, tente sobre a pasta src do mesmo). Pronto, seu projeto vai estar rodando no http://localhost:8080/, igual quando rodamos com a linha de comando mais acima.</p>
<p style="text-align: center"><em><a title="tutorial-ambiente-figura-09-pydev-gae-run por thlopes, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/thlopes/4578121557/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4047/4578121557_485560847c_m.jpg" alt="tutorial-ambiente-figura-09-pydev-gae-run" width="240" height="167" /></a></em></p>
<h2 style="text-align: left">Mãos a obra!</h2>
<p style="text-align: left">É isso pessoal, já temos nosso ambiente pronto para arregaçar as mangas e começar a codificar! Em breve mando mais dicas de como personalizar o ambiente e turbiná-lo para outros tipos de projetos! Agradecimentos ao Maurício Lima e todo o pessoal da Crowds and Clouds!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Todos querem Cassandra</title>
		<link>http://www.thlopes.com/2010/03/todos-querem-cassandra/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=todos-querem-cassandra</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 11:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomas Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banco de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Com esse título (e com esse logo), poderiamos começar uma novela. Mas estamos falando de outra novela: a da migração de banco de dados MySQL para Cassandra. Depois do Twitter, agora é o Digg quem decidiu migrar suas bases de dados para esse banco com um nome bem interessante. <a href="http://www.thlopes.com/2010/03/todos-querem-cassandra/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Cassandra database por thlopes, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/thlopes/4433994858/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4054/4433994858_2ccd5f3998_o.png" alt="Cassandra database" width="500" height="100" /></a></p>
<p>Com esse título (e com esse logo), poderiamos começar uma novela. Mas estamos falando de outra novela: a da migração de banco de dados <a title="Site oficial do banco de dados MySQL" href="http://www.mysql.com/">MySQL</a> para <a title="Site oficial do banco de dados Cassandra" href="http://incubator.apache.org/cassandra/">Cassandra</a>. Depois do <a href="http://br-linux.org/2010/crescimento-faz-twitter-trocar-o-mysql-pelo-cassandra/">Twitter</a>, agora é o <a title="Digg migra base de MySQL para Cassandra" href="http://www.h-online.com/open/news/item/Digg-switches-to-NoSQL-Cassandra-952045.html">Digg quem decidiu migrar suas bases de dados</a> para esse banco com um nome bem interessante.</p>
<p>Cassandra é um banco de dados pós-relacional. Mas como esse termo não é muito conhecido, utilizaremos o termo <a title="Verbete NoSQL na Wikipedia, em inglês." href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nosql">NoSQL</a>. Um repositório de dados leve, feito em Java, similar aos famosos <a href="http://couchdb.apache.org/">CouchDB</a> (outro projeto que, assim como o Cassandra, é incubado na <a href="http://incubator.apache.org/">Apache Incubator</a>) e <a href="http://labs.google.com/papers/bigtable.html">BigTable</a>, utilizando ferramentas similares ao <a href="http://hadoop.apache.org/">Hadoop</a> (coincidência? Mais um projeto incubado na Apache) e conceitos como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/MapReduce">MapReduce</a> (para bancos distribuídos). Agora vem o fato mais curioso: Esse projeto foi inicialmente desenvolvido pelo Facebook, e <a href="http://www.new.facebook.com/note.php?note_id=24413138919">foi aberto (open source) em 2008</a>. Mais uma rede social, crescendo e migrando para bases não-relacionais. Que ironia: justamente as redes sociais, onde as relações são muito valiosas.</p>
<p>Apesar do ganho no desempenho, sei que esse tipo de transição é muito &#8220;dolorosa&#8221;. Esses tipos de banco de dados não-relacionais realmente podem dar um nó no cérebro dos desenvolvedores. É muito complicado viver sem os joins depois de algum tempo trabalhando com eles.</p>
<p>Segundo os engenheiros do Twitter, precisavam de um banco de dados escalável que &#8220;crescesse sozinho&#8221;. Realmente, imaginar monstros como Twitter &#8211; que cresceu mais de 20 vezes em menos de um ano, alcançado a marca de 50 milhões de Tweets diários &#8211; e do Digg (onde muitos usuários compartilham notícias e comentários o tempo todo) e seus dba&#8217;s brigando todos os dias para conter a bomba do MySQL, enxertando cada vez mais hardware para que não exploda na cara dos usuários. Nessa hora, é questão de escolha: onde vamos quebrar a cabeça para resolver o problema? Os desenvolvedores decidem.</p>
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		<title>corMVC, framework MVC para Javascript</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 11:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomas Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[Javascript]]></category>
		<category><![CDATA[jquery]]></category>

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		<description><![CDATA[corMVC é um framework MVC para Javascript, baseado em jQuery. Voltado para aplicações web de uma página só, onde você executa todas suas operações em estilo Ajax, na própria página.  <a href="http://www.thlopes.com/2010/03/cormvc-framework-mvc-para-javascript/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="corMVC - um framework MVC para Javascript por thlopes, no Flickr" href="http://www.bennadel.com/projects/cormvc-jquery-framework.htm"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2791/4420020518_e0616ea7a2_o.jpg" alt="corMVC - um framework MVC para Javascript" width="525" height="244" /></a></p>
<p><a title="Framework Javascript baseado em jQuery" href="http://www.bennadel.com/projects/cormvc-jquery-framework.htm">corMVC </a>é um framework MVC para Javascript, baseado em jQuery. Voltado para aplicações web de uma página só, onde você executa todas suas operações em estilo Ajax, na própria página. Segundo os criadores, é execelente como ponto de entrada para aprendizado da arquitetura de &#8216;single-page application&#8217; (aplicação de página única, como mencionado anteriormente).</p>
<p>É simples de começar a usar, não necessita de nenhum linha de comando, basta extrair tudo numa pasta e abrir no browser. Estou testando aqui e em breve posto meus comentários a respeito.</p>
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