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  • Todos querem Cassandra

    Publicado em 16 de março de 2010 Thomas Lopes Sem comentários

    Cassandra database

    Com esse título (e com esse logo), poderiamos começar uma novela. Mas estamos falando de outra novela: a da migração de banco de dados MySQL para Cassandra. Depois do Twitter, agora é o Digg quem decidiu migrar suas bases de dados para esse banco com um nome bem interessante.

    Cassandra é um banco de dados pós-relacional. Mas como esse termo não é muito conhecido, utilizaremos o termo NoSQL. Um repositório de dados leve, feito em Java, similar aos famosos CouchDB (outro projeto que, assim como o Cassandra, é incubado na Apache Incubator) e BigTable, utilizando ferramentas similares ao Hadoop (coincidência? Mais um projeto incubado na Apache) e conceitos como MapReduce (para bancos distribuídos). Agora vem o fato mais curioso: Esse projeto foi inicialmente desenvolvido pelo Facebook, e foi aberto (open source) em 2008. Mais uma rede social, crescendo e migrando para bases não-relacionais. Que ironia: justamente as redes sociais, onde as relações são muito valiosas.

    Apesar do ganho no desempenho, sei que esse tipo de transição é muito “dolorosa”. Esses tipos de banco de dados não-relacionais realmente podem dar um nó no cérebro dos desenvolvedores. É muito complicado viver sem os joins depois de algum tempo trabalhando com eles.

    Segundo os engenheiros do Twitter, precisavam de um banco de dados escalável que “crescesse sozinho”. Realmente, imaginar monstros como Twitter – que cresceu mais de 20 vezes em menos de um ano, alcançado a marca de 50 milhões de Tweets diários – e do Digg (onde muitos usuários compartilham notícias e comentários o tempo todo) e seus dba’s brigando todos os dias para conter a bomba do MySQL, enxertando cada vez mais hardware para que não exploda na cara dos usuários. Nessa hora, é questão de escolha: onde vamos quebrar a cabeça para resolver o problema? Os desenvolvedores decidem.

  • corMVC, framework MVC para Javascript

    Publicado em 10 de março de 2010 Thomas Lopes Sem comentários

    corMVC - um framework MVC para Javascript

    corMVC é um framework MVC para Javascript, baseado em jQuery. Voltado para aplicações web de uma página só, onde você executa todas suas operações em estilo Ajax, na própria página. Segundo os criadores, é execelente como ponto de entrada para aprendizado da arquitetura de ’single-page application’ (aplicação de página única, como mencionado anteriormente).

    É simples de começar a usar, não necessita de nenhum linha de comando, basta extrair tudo numa pasta e abrir no browser. Estou testando aqui e em breve posto meus comentários a respeito.

  • Algumas razões para não fazer um site em flash

    Publicado em 9 de março de 2010 Thomas Lopes Sem comentários

    Estou citando aqui um artigo muito interessante que acabei de encontrar, que indico principalmente para meus clientes que ainda não decidiram qual estratégia na web adotar: “Algumas razões para não fazer um site em flash” mostra alguns dos motivos pelos quais o Flash não é a tecnologia mais indicada para a maioria dos projetos web, mesmo a maioria dos designers insistindo que é.

    Confiram mais detalhes no Artigo, no iMasters.

  • Otimizando desempenho

    Publicado em 25 de janeiro de 2010 Thomas Lopes Sem comentários

    Cronômetro de Corrida

    Nos últimos dias, temos brigado muito por coisas muito pequenas, as vezes passageiras. Cada migalha desperdiçada é motivo para um nova discussão que acaba mudando o rumo das coisas… Calma gente, não estou tendo problemas de relacionamento não, são apenas discussões sadias de trabalho para se melhorar os níveis de performance nos aplicativos.

    Quando se atinge um certo número de usuários de uma única aplicação, devemos tomar certos cuidados. Muitas vezes, ignoramos alguns pontos que podemos melhorar, deixando 1KByte, 2KB mais leves, pois afinal, para um usuário parece tão pouco, mas quanto representa 2KB multiplicado por 100 mil usuários? 195 MB. É, assusta, e as cifras só tendem a aumentar.

    Com o advento da computação em nuvem, alguns perceberam que realmente deveriam otimizar suas aplicações, pois cada KB gasto vai representar algum valor que será, com certeza, debitado num cartão de crédito futuramente. Enquanto antigamente, bastava planejar a compra de uma máquina muito além das necessidades e ter um custo fixo, agora, a briga é para sempre diminuir a conta no fim do mês, como numa economia doméstica (certa vez, ouvi que toda economia é de migalhas. Concordo).

    Mas muitas vezes, desenvolvedores de aplicações esquecem de alguns detalhes como por exemplo, o peso dos arquivos da camada de apresentação de suas aplicações. Na Web, isso também deve entrar na conta: tamanho do HTML, CSS[bb], JS e imagens. E hoje em dia, são relativamente conhecidas técnicas para aprimorar esses estáticos para uma melhor experiência do usuário. Digo relativamente porque ainda me deparo com muitos websites, sistemas e gadgets por aí sem nenhuma otimização nesse sentido. No Brasil ainda temos muitos usuários que não dispõe de banda larga, e eles agradecem cada byte salvo.

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  • VEJA meus livros: leitura social

    Publicado em 14 de dezembro de 2009 Thomas Lopes 3 comentários

    Você já leu livros socialmente? Não? Que tal começar? Há algumas semanas havíamos (Crowds and Clouds) publicado um aplicativo social de livros, mas somente agora ele ganhou uma projeção mais ampla, ao ser anunciado na Revista Veja do último sábado (numa matéria de uma página inteira!). O VEJA Meus Livros, aplicativo social que permite ao usuário cadastrar toda sua biblioteca virtual, classificando os livros nas listas “Já Li”, “Quero ler” e “Favoritos”, além de mostrar o livro que está lendo no momento e poder tecer comentários e resenhas sobre cada um deles. Até aí, coisas de se esperar de um aplicativo de livros.

    Como dito num dos links acima, o objetivo não é criar mais redes sociais voltadas para leituras. O diferencial fica pelo aproveitamento que faz do poder social já criado, utilizando-se da rede de amigos que você já tem no Orkut para enviar novidades e conhecer o que sua roda de amigos gosta de ler. Também ajuda a divulgar suas leituras e encontrar mais fãs dos autores preferidos, quando posta suas atualizações e comentários diretamente para o Twitter. E não para por aí. Ele também tira proveito do coletivo, nos seus rankings. É possível acompanhar a lista de livros mais lidos, mais comentados e mais desejados em tempo real, enquanto as pessoas vão alimentando esses dados.

    Você fica sabendo dos livros que seus amigos estão querendo e não erra na hora do amigo secreto. Aproveite e mantenha sua lista “Quero Ler” atualizada, para aumentar as chances de ganhar aquele BestSeller que você tanto gostaria. Em breve irei comentar mais sobre o projeto, tecnicamente. Linguagens, servidores, técnicas e ‘cositas’ mais. Enquanto isso, gostaria de ter opiniões dos usuários, sejam elas boas ou ruins. Queremos desenvolver o melhor aplicativo social para o nosso público alvo: os usuários. Os comentários estão aí para vocês! Em breve lançaremos a ferramenta também no Facebook, e quem sabe sua dica já não se concretiza lá, não é mesmo?

  • Uso do Python cresceu 45% desde maio de 2008

    Publicado em 18 de novembro de 2009 Thomas Lopes Sem comentários

    Python logoUm estudo realizado pela Evans data Corporation, o uso do Python cresceu aproximadamente 45% desde maio de 2008. Antes de março de 2008, apenas 13% dos desenvolvedores utilizavam a linguagem de código aberto, que foi lançada em 1991 pelo programador Guido van Rossum.

    Google AppEngine logoDe acordo com a pesquisa, intitulada North American Development Survey, um dos motivos para a popularização da linguagem de programação foi o lançamento da plataforma App Engine, do Google, que suportava apenas a Python até o começo de abril deste ano. Hoje o projeto da empresa continua com espaço para a linguagem, apesar de ter redirecionado boa parte de seus esforços para o Java. (via info.abril.com.br).Saiba mais (info.abril.com.br).

    Realmente, eu estou trabalhando com Python no momento, e graças ao Google App Engine. Porém, independente dele, eu usaria Python em qualquer projeto Web, pela praticidade que ele traz. Não me espanta o fato do Google ter adicionado algum esforço para suportar o Java dentro da estrutura do App Engine, já que pretende vender isso para o setor corporativo também. O crescimento das mídias e aplicações sociais colocou as iniciativas de Cloud Computing em destaque, e com certeza muitas empresas procuram o Google como referência, mas nem sempre querem dar o braço a torcer para uma linguagem nova. Felizmente, esse cenário muda proporcionalmente ao crescimento do uso da linguagem. ;)

  • opSys, up and running

    Publicado em 16 de novembro de 2009 Thomas Lopes Sem comentários

    opSys, novo logotipo

    Como a maioria de vocês deve ter visto, o Arena Info já chegou ao seu fim faz algum tempinho (e ufa!, finalmente consegui algum tempinho para postar aqui!). Infelizmente, não fui vencedor com o opSys, mas me considero um, graças ao voto de confiança de 177 pessoas que atestaram sua preferência pelo sistema extrator de opiniões. Para mim, um final vencedor, mesmo não sendo o primeiro. Esse concurso levou o opSys ao conhecimento geral, permitindo algumas parcerias bacanas (uma delas com um dos grupos participantes do concurso) que irão permitir seu desenvolvimento ao longo desse 2010 que vem, e assim participar de outros concursos mais.

    Obrigado pessoal! Fiquem com um preview do novo logotipo do projeto.